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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Este ano, não cumprimos a tradição de fazermos uma fogueira no recreio da escola e de nos enfarruscarmos, porque estava a chover  .
Ao início da manhã fomos para o polivalente assistir à lenda de S. Martinho tão bem representada pelos colegas do 2º ano.
De seguida, cantámos  canções e a professora Lina acompanhou à viola.
À hora do lanche saboreamos as castanhas na sala e bebemos uma resfrescante limonada. Ainda pintámos um desenho, relacionado com o dia, enquanto ouvíamos música.
Nesse dia não houve aulas no período da tarde.


(Texto coletivo)
14 de novembro de 2011 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

De novo na escola!


No primeiro dia de aulas
Oh! que grande alegria!
Regressámos à escola
Para mais um belo dia.

É  tanto o material…
Fomos muito carregados
Vimos os nossos colegas
De férias estávamos saturados.

Temos uma nova colega
Fizemos as apresentações
Registámos os momentos
E ouvimos umas canções.

Estamos no 3º ano
Nada nos impede de estudar
Vamos ser bons alunos
Para mais um ano avançar.


21 de setembro de 2011

terça-feira, 31 de maio de 2011

VERÃO


Vamos falar sobre a estação mais quente do ano, que é o Verão.
Nesta estação, o Sol é abrasador e a maioria das pessoas procura a  praia ideal para se refrescar. Outras preferem saborear um delicioso farnel à beira do rio ou  à sombra de uma frondosa árvore.
As escolas fecham, pois os alunos estão de férias. Também nesta estação, se festejam os santos populares. No nosso concelho, que é Valongo, é feriado no dia 24 de Junho, dia de S. João. Nesse dia há muita animação e até alguns dos nossos colegas participam nas marchas.
No Verão, os dias são maiores e à noite é agradável passear ou brincar na rua e também chupar o gelado preferido
Nesta época também nos deliciamos com saborosos e suculentos frutos como por exemplo: pêssegos, nectarinas, melão, melancia, nêsperas, maracujá...
É tempo de muita alegria! Quem nos dera que o Verão nunca acabasse!


(Texto colectivo)

31 de Maio de 2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O VERÃO APROXIMA-SE…

É verdade, o Verão está cada vez mais perto e não nos podemos esquecer de nos proteger contra os malefícios dos Sol. Sim, porque esta estrela maravilhosa, além dos benefícios que nos traz, também pode adoecer a nossa pele se não tivermos as devidas precauções. Mas, não é só na estação do ano mais quente que devemos ter cuidado com a pele. Em qualquer estação do ano, devemos pôr protector solar, quando estivermos expostos ao Sol. Quando vamos à praia, além do protector solar, não nos podemos esquecer do chapéu e dos óculos de Sol.

É sempre bom lembrar que, no início da manhã, até às 11 horas, e final da tarde, depois das 17 horas, são as horas mais seguras para estar na praia.  Devemos evitar estar na praia entre as 12 horas e as 16 horas.


A Catarina, o Bruno e o Vítor, são alunos do 12º ano da área de Ciências e Tecnologias e frequentam a escola Secundária de Valongo. Na disciplina da área de Projecto e com a ajuda da professora Susana, desenvolveram um trabalho sobre os cuidados a ter com o Sol. 
Ontem, dia 12 de Maio, vieram à nossa sala falar do trabalho realizado, acompanhados da professora Susana.

Depois da apresentação feita vimos um power-point, que ia sendo explicado ora pela Catarina, ora pelo Bruno e também pelo Vítor. Fizeram-nos várias perguntas e nós colaborámos. 
O power-point tinha desenhos engraçados e nós gostámos muito.
Aqui ficam algumas imagens.  



De seguida leram-nos a história do Sr. Batata e o Sol. O Sr. Batata foi à praia e não se protegeu do Sol.
Vejam como ficou.





 































 No final ofereceram-nos um desdobrável com frases interessantes e, a nossa professora, até sugeriu que lêssemos para os nossos pais.



Também nos ofereceram o livro do Zé Pintas com muitas actividades para realizarmos.

Um exemplo das actividades do livro do Zé Pintas
Hoje, quem se esqueceu do chapéu, não brincou ao Sol.


A Catarina, o Bruno  e o Vítor são muito simpáticos e explicaram-nos muito bem os malefícios do Sol, quando não estivermos devidamente protegidos.
Gostámos muito. Obrigado.

OBS:. Nós percebemos que a Catarina, o Bruno e o Vítor também gostaram muito de vir à nossa escola e, com certeza que se lembraram dos bons tempos que por "aqui" passaram.

13 de Maio de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

UMA AVENTURA INESPERADA

Certo dia, ao entardecer, saí de casa montada no meu cavalo Tobias e dirigi-me para a floresta.
Ainda não tinha chegado lá, quando, de repente, ouvi uma voz fininha e doce que vinha por entre as ervas verdinhas e macias do caminho.
- Cuidado, aqui em baixo vivem seres vivos como tu, não me pises! Essa enorme pata  quase destruía  a minha deslumbrante carapaça..
Rapidamente desci do cavalo e logo vi um pequenino mas engraçado  caracol. Peguei nele, pedi-lhe desculpa e perguntei-lhe:
-  Para onde vais, queres boleia?
-  Claro que sim. Gostava tanto de visitar o meu amigo jardineiro, que vive na floresta... - respondeu o caracol.
-  Sobe para o dorso do cavalo que eu também vou para lá. – Disse eu.
A viagem foi bastante complicada, pois o caracol, coitado, nunca se tinha visto naquelas andanças e ficou muito enjoado.
Mal lá chegaram, o jardineiro, o senhor José, observava com muito carinho e com uma certa vaidade o seu humilde mas encantador jardim.
O caracol desceu do cavalo, bebeu uma gotinhas de orvalho da flor de jasmim e logo se pôs com os pauzinhos ao Sol, agora já mais bem disposto.
Cumprimentaram-se e o caracol pediu ao seu amigo José se podia ficar alojado, por uns dias, na árvore Primavera, porque seria um lugar seguro e confortável para ficar.
O senhor José concordou com a ideia e, com a minha ajuda, construímos a sua casinha no meio das folhas húmidas da árvore Primavera, que afinal era uma frondosa laranjeira.
Fazia muito calor, mas estávamos tão atarefados que nem tivemos tempo de nos refrescarmos com a deliciosa limonada, que o senhor José tinha preparado.
Como já era tarde, tive de regressar a casa com o Tobias.
Fiquei tão feliz  com este passeio, que na mesa, à hora do jantar, não falava de outra coisa.

(Texto colectivo)
6 de abril de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

ÁRVORE

A propósito do Dia da Árvore, fizemos estas quadras...


        

Vamos falar de uma amiga,
Que pertence à Natureza.
Na Primavera fica com flores,
É uma verdadeira beleza.

Dá-nos frutos saborosos,
E uma sombra de encantar.
O papel  para escrever,
E até purifica o ar.

A madeira e a cortiça,
Também se vão utilizar.
Não esquecendo a resina,
Para os trabalhos colar.

Folhas verdinhas não lhe falta,
Nos ninhos passarinhos a chilrear.
Laranjeira, limoeiro, pessegueiro...
Lá está ela no pomar...
(Texto colectivo)
23 de Março de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

PRIMAVERA

Primavera

Roupas leves e frescas

Insectos e borboletas nos campos                

Mais Sol a aquecer a Terra

Andorinhas no céu azul

Voam alegremente e fazem os ninhos

É assim a Primavera


Rica, colorida, perfumada...

A mais fabulosa!

(Texto colectivo)
15 de Março de 2011



 
PRIMAVERA

A Primavera
tem muitas flores.
E borboletas nos campos,
com variadas cores.

Brincamos e falamos,
Até mais não poder.
O Sol aquece a Terra,
E as plantas vão nascer.

Os passarinhos vêm brincar,
Para o nosso querido país.
Com  gelados e os passeios,
Fico muito mais feliz.

As árvores com folhas,
As crianças a brincar.
As joaninhas nos prados,

E as borboletas no ar.


Vestimos roupas mais frescas,

E até vamos à praia.

Eles usam calções,

E nós usamos mini saia.

Texto elaborado pela Rita Miguel
15 de Março de 2011


quinta-feira, 3 de março de 2011

A rã Matilde e a galinha Cacarejadora

A rã Matilde e a dona galinha Cacarejadora, eram vizinhas num galinheiro, perto de uma linda aldeia.
A rã era muito curiosa e perguntava, frequentemente, à galinha porque é que tinha um nome tão esquisito, mas ela não lhe respondia. Um dia, a galinha aborreceu-se e lá respondeu à rã:
- Minha amiga Matilde, eu chamo-me Cacarejadora porque logo que nasci, por tudo e por nada, cacarejava. Então os meus pais, acharam que este nome me ficava mesmo bem.
- Mas amiga galinha, tens estado muito calminha, não tens perturbado com o teu cacarejar! - disse a rã.
- Mas eu agora já sou mais crescida e sei que não devo incomodar os meus vizinhos. - disse a galinha.
A rã, aproximou-se da amiga e disse-lhe:
- Agora sim, compreendo.
As duas vizinhas lá continuaram o diálogo.

                                             Liliana Monteiro


terça-feira, 1 de março de 2011

AZUL É…

 
AZUL É...

Azul é o mirtilo
E o Céu
Os olhos
E o chapéu

Azul é o mar
E a bola
As nuvens
E a escola

Azul é o gelo
E o pijama
As unhas
E a cama

Azul é o relógio
E o giz
As bandeiras
E a água do chafariz

Azul é a paisagem
E o chão
Os carros
E a saca do pão


Azul é cartolina
E o jarrão
A madeira
E o camião

Azul é a água
E a parede
As calças
E a rede

Azuis são os olhos
E a parede
As borrachas
E as redes

Azuis são os sonhos
E o lençol
As hortenses
E o gelado mole.
(Texto colectivo) 
1 de Março de 2011

É Carnaval !

Hoje, na aula de Estudo do Meio, falámos do Carnaval. As ideias foram tantas que, rapidamente fizemos este acróstivo colectivo.

            É Carnaval !
                                     Vamos lá todos para a rua
          Mascarados a valer
                 Com confetis e serpentinas

                              Brincamos até mais não poder

                               Haja diversão e ninguém leve a mal
                          Ninjas, vampiros, fadas, princesas...
               É uma festa especial!
 
                                 (poesia colectiva)       1 de Março de 2011

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O PALHAÇO

O palhaço é engraçado
Tem o nariz vermelho                                                                  
A boca pintada de branco
E gosta de se ver ao espelho 

O palhaço adora crianças                                
E é muito divertido
Também faz rir os adultos
E às vezes é distraído

O palhaço é brincalhão
E é “ pouco “ inteligente
Mesmo que não esteja alegre
Faz animar toda a gente

O palhaço é amigo
Em especial das crianças
Deles, também os adultos
Guardam lindas lembranças

O palhaço é um ser humano
Sente o frio e a dor
Tanto chora como ri
É um verdadeiro actor

(Texto colectivo)
Azenha, 28 de Fevereiro de 2011

Poesia do vermelho

Vermelho é o tomate
E a bandeira do Benfica.                                
O balão e o coração                                                                           
E os lábios da Francisca.

Vermelho é a folha
E a maçã apetitosa.
A cereja e o rabanete
E a ameixa saborosa.

Vermelho é o relógio
E o bolo, vejam lá!
A flor e a papoila
O tomate, também dá.
                                               
Vermelho é o amor
E o peluche bem fofinho.
A framboesa e a maçã
E o morango redondinho.
Vermelha é a camisa,                                                        
o boné e a gravata.                                   
O vestido e o colar
E aqueles brincos de prata.
(texto colectivo)
Azenha, 3 de Fevereiro de 2011

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A reunião das Bruxas Ministras!

Certo dia, no Parlamento das Bruxas, houve uma discussão que quase não havia solução. Não sabiam como alargar o parque de estacionamento das vassouras.
A Ministra do Trabalho, propôs uma ideia: abrirem-se mais empresas para, com as suas máquinas, alargarem sítios de estacionamento. Esta notícia foi ouvida em todo o país através do canal TV Bruxas. Os telespectadores receberam esta notícia com agrado e alguns até aplaudiram:
-Ministra! Ministra do Trabalho! É a melhor do Parlamento!
O parque foi construído e inaugurado pela Ministra do Trabalho. Passados uns longos anos, a Ministra reformou-se e agradeceu àqueles que a apoiaram, enquanto governou.
Ainda hoje lá está, com vassouras mais modernas, o estacionamento que a Ministra mandou construir.

Texto elaborado pelo aluno: Gonçalo Teixeira

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Dia dos namorados!

No âmbito da comemoração do dia dos namorados, Dia de São Valentim, os alunos desta turma, fizeram umas quadras sobre o tema. Ora vejam...

Hoje é dia dos namorados
É dia do amor
É dia da paixão
É o dia certo para dar uma flor.

Hoje é o dia da amizade
É o dia da sinceridade
É o dia da compreensão
É o dia certo para a felicidade.


Hoje é dia do carinho
É dia de sonhar
É dia da ternura
É o dia certo para amar.

Hoje é dia do cupido
É dia da emoção
É o dia do sorriso
É o dia certo para abrir o coração.

Poesia colectiva.
14 de Fevereiro de 2011





sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A poesia do amarelo

A poesia do amarelo.
           
Amarelo é o queijo
e o pinto bem fofinho.
O limão e a banana,
as abelhas e o mel docinho.

Amarelo é o ouro
e a pêra madurinha.
A areia e o milho,
a abóbora e a maçã coradinha

Amarelo é o sol
e o guarda sol às pintinhas.
As estrelas e o pólen
e os gatinhos nas palhinhas.

Amarelo é o pato
e a gema do ovo que comemos.
As folhas e os balões
e as panquecas que fazemos.

Amarelo é o lápis
e a fita da menina.
A caneta e o giz
e a girafa pequenina.

Amarela é a luz
e o girassol no jardim.
A borboleta e as flores,
este poema chegou ao fim.

 Poema colectivo.
2 de Fevereiro de 2011


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O FEITICEIRO DA NEVE



Numa pequena aldeia viviam duas irmãs com o seu pai. A mais velha chamava-se Rosa e era muito educada e trabalhadora, a mais nova era a Maria, muito preguiçosa e resmungona.
Certo dia, Rosa preparava-se para ir ao poço buscar água para fazer o café para o pequeno-almoço, quando tropeçou e caiu. Foi parar a um sítio mágico, onde tudo à  sua volta era branco como a neve. Rosa achou estranho porque, na sua aldeia ainda à pouco tempo tinha começado a Primavera. De repente ouviu uma voz que lhe disse que estava no País da Neve. Então Rosa perguntou:
-  Quem está aí?
-  Sou o Boneco de Neve e estou muito preocupado com a Flor de Cristal. Ela está a morrer porque o País da Neve está a desaparecer, devido à temperatura elevada.
 Rosa prometeu ajudar o Boneco de Neve, mas para isso tinha que responder correctamente a três perguntas relacionadas com a protecção da Natureza. Rosa, como era uma menina muito boa e sabichona conseguiu responder correctamente. Então, para sua surpresa, a Flor de Cristal voltou à vida. Apareceu, também o gato Floquinho que levou Rosa até ao feiticeiro da Neve. O feiticeiro da Neve deu-lhe as boas vindas e ofereceu-lhe um tesouro, como recompensa da sua ajuda. O Feiticeiro gostou tanto da Rosa que até lhe disse que podia ficar a viver no País da Neve, mas Rosa como tinha muitas saudades da sua irmã Maria e do seu pai, disse-lhe que o lugar dela era ao lado da sua família. A menina Rosa voltou a casa com o tesouro e contou a sua aventura ao pai e à irmã. A Maria, como era muito ambiciosa, pensou logo como era bom receber um tesouro e atirou-se ao poço. Também foi parar ao país da Neve, mas o Feiticeiro percebeu que ela apenas queria o tesouro e não ajudar a proteger a Natureza. Então lançou-lhe um feitiço e expulsou-a do seu reino. Maria ficou com o cabelo todo branquinho. Muito triste regressou a casa e contou a sua aventura ao pai e à irmã. Começou a ser mais boazinha e até ajudava a sua irmã nas tarefas de casa.
Anos mais tarde, quando as duas irmãs já eram adultas,  Flor de Cristal e o Floquinho visitaram as duas irmãs e desta vez, para oferecer um tesouro à Maria, pelo seu bom comportamento.

No dia 14 de Dezembro, fomos à Exponor, ver este musical e gostámos muito.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Poema da família



É Natal! É Natal!
Há prendas para pequenos e crescidos.
E todos ficam muito agradecidos.

                                                                       É Natal! É Natal!
                                                                       Mas que época especial!
                                                                      Comem-se muitos doces e nada nos faz mal.
É Natal! É Natal!
Vou passá-lo à fogueira,
Com toda a família junta, em grande brincadeira.

                                                                       É Natal! É Natal!
                                                                      Acendemos a fogueira,
                                                                      E a criançada é danada para a brincadeira.
É Natal! É Natal!
Antes do Pai Natal chegar,
Toca a lavar os dentes e deitar.

                                                                         É Natal! É Natal!
                                                                        As renas a puxar, fazem a Mundo girar.
Queria neste Natal:
Ver as renas do Pai Natal,                                                  
Dar presentes e ver as crianças contentes.

                                                                           Natal é um só dia,
                                                                           Mas enche o Mundo de alegria!


Este poema teve a colaboração dos Encarregados de Educação.
10 de Dezembro de 2010

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Qual é coisa, qual é ela?

Quando lemos o texto da página 32, do nosso manual de Língua Portuguesa, a professora sugeriu-nos que fizéssemos um texto, seguindo a mesma ideia.
Cada um elaborou um texto com muita imaginação. Ora vejam!

Qual é coisa, qual é ela?

Sem ela, Mateus não existia
ninguém jogava ao Macaquinho chinês
marmota não haveria
com amarelo ninguém pintava
os macacos não gritavam
e as maçãs nas quintas
era coisa que faltava.

Qual é coisa, qual é ela?

Está  no meio de maracujá
Quase no fim de marmelo
E anda sempre de mala.

R: letra M

Beatriz  Mª



Qual é coisa, qual é ela?

Sem ela Catarina não existia
Ao caça e gelo ninguém jogava
Carapau não haveria na peixaria
Cor-de-rosa ninguém pintava
Chineses não haveria
E os cães na casota
Era coisa que faltava

Qual é coisa, qual é ela?

Está no meio de bicicleta
No princípio de caracol
Quase no fim de açúcar
E anda sempre de carro.

R: letra C

Gonçalo Teixeira




 Qual é coisa, qual é ela?


Sem ela Beatriz não brincava
À batata quente ninguém jogava
Bicicleta não haveria
Com branco ninguém pintava
Os burros não andavam
E os bois na pastagem
Era coisa que faltava.


Qual é a coisa qual é ela?


Está no meio da fábrica
No princípio do baloiço
Quase no fim da pomba
E anda sempre de bicicleta.


R: letra B


Beatriz Filipa




Qual é coisa, qual é ela?

Sem ela Liliana não existia
Ao lencinho ninguém jogava
Lavar ninguém podia
Letras ninguém escrevia
Lampreia ninguém comia
Com laranja ninguém pintava
E as lontras na água
Era coisa que faltava.

Qual é coisa, qual é ela?

Está no meio do gelo
No princípio da Liliana
No fim do caracol
E anda sempre de lata.

R: letra L

Liliana Mendes Monteiro




Qual é coisa, qual é ela?

Sem ela Tiago não existia.
Ao trava língua ninguém jogava.
Patas de galinha ninguém comia.
Com castanho ninguém pintava.
Os tigres não rosnavam.
As galinhas na capoeira
Era a coisa que faltava.

Qual é coisa, qual é ela?

Está no meio da batata.
No princípio do tambor.
Quase no fim do lacito.
E anda sempre de táxi.

R: letra T

Tiago Martins




Qual é coisa, qual é ela?

Sem ela Lara não existia
Ao lencinho ninguém jogava
Lampreia ninguém comia
Com laranja não pintavam
As lontras não ladravam
E as libelinhas no lago
Era coisa que faltava.

Qual é coisa, qual é ela?

Está no meio de palhaço
Quase no princípio de flauta
No fim de caracol
E anda sempre de Lancia.

R: letra L

Lara Simões Reboredo




Qual é coisa, qual é ela?

Sem ela Marta não existia
À macaca ninguém jogava
Peixe martelo ninguém comia
E os macacos na jaula
Era coisa que faltava.

Qual é coisa, qual é ela?

Está no meio da tampa
No princípio do macaco
Quase no fim do lume
E anda sempre de mota.

R: letra M

Ana Isabel Cunha